sexta-feira, 24 de agosto de 2012
sexta-feira, 17 de agosto de 2012
O nada poético do protocolo médico.
A frase acima se faz presente como ponto chave do texto de Christian Dunker que também aponta para o olhar imaginário que se tem sobre a psicanálise que vai da desvalia e poder.
http://www2.uol.com.br/vivermente/noticias/a_peste_da_psicanalise.html
terça-feira, 14 de agosto de 2012
O Diagnostico pela palavra.
domingo, 6 de maio de 2012
...
Foi quando eu que sonhava acordei!
Assutado e pálido.
Acordava de um sonho que eu agora a pouco caminhava no universo e avistava sonhos
e eles eram recheados de palavras.
Pego um sonho nas mãos e com ele nas mãos ponho-me a querer descobrir o que há além do sonho,
para além do sonho me ponho é quando acordo assustado e acordado descubro que para além, além, do sonho não há mais nada.
terça-feira, 1 de maio de 2012
Me sinto só me sinto tão seu.
domingo, 29 de abril de 2012
sexta-feira, 27 de abril de 2012
segunda-feira, 9 de abril de 2012
deus ou Deus?
quinta-feira, 17 de novembro de 2011
quarta-feira, 2 de novembro de 2011
domingo, 30 de outubro de 2011
Desejos. .. . .
terça-feira, 13 de setembro de 2011
e quanto a mim?

Não gosto e me deprimo, muitas vezes sem notar, quando sou tratado como dinheiro. Inglês,
Natação, Cursinho, Faculdade, Pós, Mestrado, sou tudo que uma empresa precisa, mas quanto
amim? Durante a madrugada meu corpo e alma indiferenciado exclama - Se não me deixares
Sonhar, não te deixarei dormir!!!
sexta-feira, 9 de setembro de 2011
Antiparástase de Ângela....
quarta-feira, 7 de setembro de 2011
segunda-feira, 5 de setembro de 2011
O tempo passa o tempo todo...
sábado, 3 de setembro de 2011
domingo, 28 de agosto de 2011
Status de relacionamento: ...
(...) farei o possível para não amar demais as pessoas, sobretudo por causa das pessoas. Às vezes o amor que se dá pesa, quase como uma responsabilidade na pessoa que o recebe. Eu tenho essa tendência geral para exagerar, e resolvi tentar não exigir dos outros senão o mínimo. É uma forma de paz...
Clarice Lispector.
quarta-feira, 24 de agosto de 2011
HOMOFOBIA, HOMOFOLIA.

Há certo tempo penso nesse tema, fenômeno, medo... Confesso, que com a freqüência que a mídia enfatizava ISSO, aumentava mais e mais minha necessidade de dar um nome a ISSO, e talvez de modo feliz chego a concluir e chamar de HOMOFOLIA.
É considerável pensar que a Homofobia seja uma Homofolia recalcada, que escapa em formas de ódio, tendo como seu oposto o amor. Entendo esse ponto como quem também sofre de um mau das más compreensões, como aquele que também sente as correntes desse rio que nos deixa a margem de um saber mais pulsivo quando ao que somos. Compartilho desse mau diariamente e por ser par a ele vejo e entendo os caminhos que o a aplicamos.
Falando um pouco mais dele entendo que seria como ter um amor falso, por não saber do mundo e do amor que estamos e temos, e que por fim perdoamos a Deus já em estado de graça maior e vemos que a incapacidade de compreender é nosso medo frente a morte, caso contrario vivemos um falso amor. Repetimos e Repetimos, repelimos e repelimos o verdadeiro amor.
Aceito a diferença e acolho, não por ser uma boa pessoa, mas por saber que não há nada mais além de nós mesmo para sermos, caso contrário amaremos a mentira, o nosso sintoma. Essa é a voz que se levanta frente à diferença, o sintoma, que nada mais é que uma incapacidade para não ser capaz, e esse capaz seja lá para que for. Essa voz hoje chamada de Homofobia. Uma tentativa angustiada de acreditar que se é diferente do homossexual. Oras, quem tanto desdém quer comprar. Parte-se ao ato, por não ter a capacidade de diferenciar, ou por se identificar. É como se não houvesse uma barreira e que um belo dia vários homossexuais invadiram suas casas, as ruas, as escolas e beijariam seus filhos e a si mesmo. Ao contrario, eles só querem viver seus desejos e a satisfação do desejo como causa arrepios em muitos.
Como sempre nossa cultura tem uma questão, problema, com o corpo, pois bem, é nele que se goza. Sempre foi motivo de esquecimento, privações, generalizações e ele ininterruptamente na contramão, abrindo um leque de possibilidades. Hoje vemos com coragem alguns desse leques possibilitarem novos ares e encontramos um medo, pessoas “mexidas”, a Homofolia, chamada de comumente de homofobia, que ataca pedra e recalca de um próprio desejo. Se incomoda, oras, aí tem....









